FUTURECOM 2011
| 2/09/11 - Setor de telecomunicações vive momento promissor, afirma Bernardo |
Ministro discursou na abertura da Futurecom, em São Paulo, e pediu mais investimentos da iniciativa privada Foto: Herivelto Batista “Todos nós, do governo e da iniciativa privada, temos que nos esforçar ao máximo para aproveitar esse grande momento”, ressaltou. O ministro lembrou a força do mercado interno, com milhões de brasileiros que melhoraram de vida nos últimos anos e hoje contam com renda para consumir serviços como telefonia fixa e celular, TV por assinatura e internet. Para ilustrar os esforços do governo ao incremento ao setor de telecomunicações, Bernardo citou duas medidas: a nova lei dos serviços de TV por assinatura, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, e o regime especial de tributação do Programa Nacional de Banda Larga, que concederá incentivos a empresas que investirem na construção de redes de fibra ótica no país. O ministro também lembrou o papel estratégico da Telebrás. Bernardo citou dados que mostram o crescimento expressivo do setor, como o número de acessos móveis à internet e conexões fixas em banda larga. “Apesar desse crescimento, sabemos que ainda falta investir – e muito – na infraestrutura brasileira de telecomunicações”, apontou o ministro. Ele disse que o ritmo de expansão das redes passou por forte redução nos últimos anos, incompatível com as demandas do mercado brasileiro por telecomunicações. “O setor privado precisa investir muito mais em infraestrutura e serviço. Precisa ousar mais, pois tem como garantias um mercado consumidor sólido e em expansão, uma economia equilibrada e um ambiente regulatório estável”, reiterou o ministro. Paulo Bernardo ainda destacou metas do planejamento plurianual para 2015, como chegar a 40 milhões de domicílios conectados à internet, quase dobrar as assinaturas de TV a cabo, conectar todas as escolas públicas brasileiras, não só nas áreas urbanas, e aumentar a participação da produção nacional no mercado de equipamentos e aparelhos de telecomunicação para 70%. O ministro lembrou também o papel da Anatel no processo com os regulamentos de qualidade na internet fixa e móvel, que devem ser publicados até o final de outubro. Com eles os planos terão mais transparência para o consumidor. Os próximos leilões de freqüência para telefonia móvel e banda larga móvel vão priorizar os concorrentes que apresentarem projetos com maior investimento em redes e uso de tecnologia nacional. AGENDA Antes da abertura oficial do evento, Paulo Bernardo cumpriu uma agenda que incluiu reuniões com autoridades e visita à exposição montada na Futurecom. O primeiro compromisso do ministro foi uma reunião com Rod Beckstrom, presidente do ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), órgão mundial responsável por estabelecer regras do uso da Internet . O ministro cobrou maior participação dos governos na direção da entidade. Em seguida, Paulo Bernardo participou do almoço em homenagem ao secretário-geral da UIT, Hamadoun Touré. O ministro também conheceu alguns estandes do Futurecom, entre eles o da Telebras. Bernardo também participou de uma reunião com o ministro da Tecnologia, Informação e Comunicação da Colômbia, Diego Molano, juntamente com o subsecretário de Comunicações do Chile, Jorge Atton, do representante do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Antonio Garcia Ceballos, e do representante da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), Edwin Fernando Rojas. Eles discutiram medidas para interconectar os países da América do Sul, que devem ser aprofundadas durante reuniões em outubro e novembro. Esta é a 13ª edição do Futurecom, que até quarta-feira espera reunir 15 mil pessoas de 40 países, além dos 230 expositores e aproximadamente 4,5 mil congressistas. Assessoria de Comunicação Social Ministério das Comunicações imprensa@mc.gov.br www.mc.gov.br www.conexaominicom.mc.gov.br (61) 3311 6587 |
| Publicado em 13/09/2011 |
LANÇAMENTO DO PREMIO EMPRESARIO HEROI 2011.
Fiemg lança Empresário Herói 2011
"A Fiemg Regional Vale do Paranaíba juntamente com o Eco Instituto, os Sindicatos patronais e o Centro Industrial e Integração de Negócios do Triângulo e Alto Paranaíba (Cintap), postergaram a data do lançamento do Empresário Herói 2011 para o 5 de julho, às 19h. O evento acontecerá na própria Fiemg, situada na avenida Rondon Pacheco, 2100, bairro Vigilato Pereira.
Na oportunidade, a coordenadora do Núcleo de Responsabilidade Social Empresarial do Sistema Fiemg, Marisa Seoane Rio Resende irá ministrar a palestra “Governança Sustentável – o princípio da empresa de sucesso”.
Empresário Herói
O prêmio “Empresário Herói” foi criado em 2009 pela Fiemg Regional Vale do Paranaíba, com o apoio do Centro Industrial e Integração de Negócios do Triângulo e Alto Paranaíba (Cintap), do Eco Instituto, Sindicatos Patronais da Indústria e Revista Mercado, para premiar os empresários de destaque em Uberlândia e região.
A premiação, que é realizada anualmente, tem o objetivo de reconhecer as empresas que investem em sustentabilidade (econômica, social, ambiental e cultural), no posicionamento institucional e na atuação no mercado regional. “O Prêmio Empresário Herói é um estímulo a empresas que desejam alcançar excelência em suas atividades produtivas e nos assuntos de Sustentabilidade”, explica a gerente de projetos do Cintap, Daniela Dias."
Mais informações
http://empretecbrasil.ning.com/profile/LucianaFAtimadeOliveriaAlves
um poquinho da historia... por msm Brasil
um pouco de historia.. por msm brasil
No começo, havia o mainframe: computadores gigantescos que precisavam de grandes estruturas para funcionar. Para falar com essas máquinas eram necessários anos de estudo e especialização. Os poucos que interagiam com elas o faziam através de terminais “burros”, que, diferentes dos computadores de hoje eram apenas um teclado e um monitor ligados à máquina através de cabos.
Os mainframes eram os responsáveis pelo armazenamento e o processamento de todas as informações de uma empresa que tivesse dinheiro suficiente para comprar e manter um.
Foi mais ou menos nesse período, em 1986, que o uruguaio Nicolás Jodal e começou a prestar consultoria em banco de dados relacional (uma novidade na época) para empresas que precisavam de ferramentas para usar nos seus computadores. Daí nasceu a Artech.
“No começo as ferramentas eram desenvolvidas para pessoas que tinham funções técnicas e operacionais. Eram profissionais de jornais ou contabilidade, por exemplo”, lembra Nicolás.
Com a revolução dos PCs, mais e mais pessoas precisavam de ferramentas para o seu trabalho. Começaram a surgir os softwares personalizados, criados sob medida para cada negócio. Com mais gente usando os programas, era necessário torná-los amigáveis e fáceis de usar. Foi a partir desse momento que surgiu o GeneXus, ferramenta para desenvolver e dar manutenção a softwares.
Hoje estamos vivendo uma nova revolução, segundo Nicolás:
“Os smartphones e os tablets são ferramentas de uma era pós-PC. Neles as pessoas fazem uso de uma série de pequenos programas que executam funções específicas como acesso ao email, a redes sociais, controle de gastos e uma infinidade de coisas. O GeneXus facilita muito o trabalho de desenvolver esses softwares”.
Nicolás ainda enxerga um futuro onde, com um pouquinho de esforço de aprendizado, qualquer um vai ser capaz de desenvolver um software personalizado para usar no seu smartphone ou no seu tablet e até distribuí-lo para os amigos:
“Imagine que você queira, por exemplo, entrar em uma dieta, e precise controlar sua perda de peso. Vamos além, imagine que seus colegas de trabalho se empolguem com a ideia e vocês resolvam entrar em uma competição para ver quem perde mais peso em menos tempo. Não seria ótimo ter um software onde você pudesse inserir o seu progresso e comparar, via internet com o progresso dos seus amigos? Para isso estamos desenvolvendo o GeneXus SDX”.
A ferramenta vai ser aberta, funcionando via internet – não vai ser preciso baixar programa algum. Com ela vai ser possível desenvolver aplicativos simples que vão poder ser usados tanto na web quanto no celular ou no tablet.
Enquanto esse futuro não chega (ainda falta um pouquinho), o GeneXus está servindo de base para a criação de várias soluções interessantes em áreas tão diversas como o comércio (com um software de compra via celular) ou o poder público (com a unificação de cadastros de cidadãos de um município).
Continue lendo para saber um pouco mais sobre elas..
Revolucionando as compras de supermercado usando o celular
A That One empresa investe pesado no desenvolvimento de aplicativos para tablets e smartphones usando o GeneXus. Um dos mais interessantes é o M-Shop, que pode mudar radicalmente o modo como fazemos compras no supermercado.
Denis Furtado, da That One, explica:
“Fazer compras no supermercado é algo realmente estafante: enche-se o carrinho, vai-se ao caixa, empacota-se tudo, coloca-se tudo no carro e depois, quando chegamos em casa, ainda temos que descarregar e guardar tudo”.
E continua.
“Hoje já é possível fazer compras no supermercado pela internet, mas por que todo mundo continua indo no mercado? Basicamente as pessoas gostam de fazer compras. Gostam de olhar, pesquisar, comparar, escolher, pegar”.
O M-Shop é um software que pretende manter apenas a parte boa das compras, eliminando a parte desagradável que começa na fila do caixa.
Instalado no celular, o software vai ser capaz de ler os códigos de barra dos produtos usando a câmera. Uma vez no supermercado, basta você apontar a câmera para os itens e entrar com a quantidade desejada, colocando-os no carrinho virtual. Quando terminar as compras, é só finalizar e entrar com os dados do cartão de crédito. Depois você pode ir para casa aguardar a entrega das compras.
Nos próximos 60 dias Denis e a That One começarão os testes de um piloto com duas grandes redes que ele preferiu manter em sigilo.
“Se tudo correr como esperado, até o dono da quitanda da esquina da sua casa vai poder usar o software para que você faça suas compras”, completou Denis.
Para além dos smartphones: o desafio de unificar cadastros de cidadãos de um município...
Uma das grandes vilãs da administração pública é a burocracia. Toneladas de papel e centenas de cadastros diferentes para a mesma pessoa compõem a receita do desperdício e das brechas para a corrupção.
O município de Santos resolveu enfrentar o desafio de minimizar esse desperdício com a unificação dos cadastros dos seus cidadãos. Para se ter uma ideia do tamanho do trabalho: o município, que tem pouco mais de 400 mil habitantes, tinha mais de 1 milhão pessoas cadastradas nas suas bases de dados, muitas delas duplicadas.
Os motivos para essa discrepância são vários: de cadastros duplicados porque uma mesma pessoa está na base de mais de uma secretaria (uma criança pode estar na base da secretaria da saúde e da secretaria de educação ao mesmo tempo, por exemplo) a dados duplicados por erro de digitação – na entrada de dados um servidor pode ter se esquecido de preencher uma informação e resolveu fazer um novo cadastro.
Em 2008 o município lançou um edital de licitação procurando empresas que se candidatassem a resolver o problema.
Vencedora da licitação, a empresa Grupo Enter se juntou ao departamento de TI do município e em 2009 e usando o GeneXus começaram a delinear o projeto SIAS – Sistema Integrado de Atendimento Social. O sistema integra cinco áreas: saúde, educação, esporte, assistência social e cultura.
“A ideia é que uma criança que é matriculada em um colégio tenha exatamente o mesmo cadastro na área de esporte. Assim, no cadastro dela, vai constar que ela freqüenta as aulas e também pratica natação, por exemplo”, explicou Julio Fernandes, do Grupo Enter.
O trabalho começou com a filtragem de todos os cadastros. Um robô lia os cadastros de diversas secretarias. Nessa fase foram encontrados problemas como cadastros sem o sexo, sem o número de CPF e outros problemas.
A filtragem fez com que 44% do total dos cadastros pudessem ser inativados.
O último estágio seria a emissão de um documento único que servisse para identificar o cidadão em qualquer serviço municipal, mas a solução encontrada foi ainda mais interessante do que um simples cartão.
Hoje, para se identificar em postos de saúde e outros órgãos do governo, o cidadão precisa apenas tirar uma foto do seu próprio cadastro com o celular. Mostrando a foto para uma câmera na recepção da unidade o cadastro é reconhecido automaticamente graças a um código. texto msm brasil.
NOVIDADES TECNOLOGICAS.
Uma ferramenta que simplifica o desenvolvimento de softwares para tablets e smartphones
Com o GeneXus, desenvolvedores vão revolucionar até o jeito como você faz compras no supermercado
Software permite desenvolver para todas as plataformas – inclusive para o vindouro Windows Phone 7
Você já deve ter parado para pensar em como os programadores desenvolvem o software que você usa todo dia, não é mesmo? O que pode espantar, conforme nos aprofundamos no assunto, é que os programadores usam basicamente as mesmas ferramentas e a mesma lógica que eram usadas 30 ou 40 anos atrás!
Essa é uma verdade: se o hardware e os equipamentos que usamos no nosso dia-a-dia evoluíram muito (pense nos PCs de torre que eram o único contato que tínhamos com a informática apenas uns 10 anos atrás), o mesmo não aconteceu com os programas e linguagens que os desenvolvedores usam para que controlemos essas máquinas. Um exemplo: o programa que você usa no seu smartphone para acessar o Facebook foi, provavelmente, desenvolvido com ferramentas parecidas com as que foram as usadas para desenvolver a versão 3.1 do Windows, lá em 1993.
É para simplificar e renovar esse mercado que entra a Altech e sua solução GeneXus.
Em linhas gerais, o GeneXus é uma ferramenta criada para tornar a programação mais amigável; passar um belo espanador na complicada lógica de programação para que mais pessoas possam desenvolver mais soluções interessantes e criativas – no futuro até mesmo uma pessoa com mínimo conhecimento de lógica poderá criar seus próprios aplicativos, como veremos mais adiante.
Nesse cenário, a criatividade é o limite, conforme foi demonstrado no VIII Encontro GeneXus Brasil, que aconteceu em São Paulo na última quarta-feira (13).
Desenvolvedores falaram de seus desafios e apresentaram suas soluções. Entre eles estava a Responsável de TI da Prefeitura de Santos que falou sobre a unificação dos cadastros dos cidadãos do município.
E no mundo dos smart devices (tablets e smartphones), uma empresa que está desenvolvendo um software que vai mudar o jeito como fazemos compras no supermercado!
PUBLICAÇÕES IMPORTANTES SOBRE O SETOR DE TI : LEIA.
Gestão:
Departamentos de TI podem parar na nuvem.
É uma significativa quebra de paradigma. Sequer o item segurança escapa desse futuro. Equivale a aceitar correr determinados riscos.
Projetos de implementar departamentos de TI locais devem ser postos no gelo, pois as chances de serem terceirizados para organizações na Índia ou na China ou de ir parar na nuvem são grandes. Aos departamentos de TI que já funcionam a pleno vapor nas companhias restará o rebaixamento.
Sequer o item segurança escapa desse futuro. Em épocas pós-crise, as organizações reduziram os orçamentos para esse item e – de maneira geral – não houve sérias conseqüências. Equivale a aceitar correr determinados riscos. Possivelmente, os provedores de soluções em TI tentem incrementar os serviços com tecnologias, tais como DLP (Data Loss Prevention – prevenção contra a perda de dados, em tradução livre do inglês) e SEIM (gestão de eventos e de informações), mas não espere espaço no orçamento para tais soluções.
Cabe a TI se adaptar ao novo panorama. Ao conversar com um executivo ou com fornecedores, a sensação é de novos dilemas e habilidades estarem na agenda para o ano que vem. Selecionamos uma lista de eventos para os quais é melhor preparar a equipe da TI nos próximos 18 meses.
Gestão de dispositivos móveis
O ano de 2010 foi uma prova contundente dessa nova realidade em TI. Afinal, o fato de o diretor geral de TI do Banco Crédit Suisse anunciar o encerramento do suporte a toda sorte de dispositivos móveis, deve ter alguma importância.
Para a maioria das plataformas móveis, a segurança atingiu níveis razoáveis em 2010. Durante uma recente conferência com vários CIOs, chegou-se à conclusão de que a dominância dos BlackBerries para uso corporativo havia chegado ao fim. Os colaboradores irão escolher sozinhos os seus aparelhos e basta que esses dispositivos atendam às requisições de segurança para terem entrada garantida no ambiente da empresa.
O que as companhias esperam dos departamentos de TI permanece uma mistura de várias soluções inviáveis ou incompatíveis.
As contradições são óbvias: demandam por sistemas abertos, porém seguros. Exigem-se as últimas tecnologias, mas sem complicar. Desenvolver plataformas que sejam dinâmicas e atendam a uma gama de demandas imposta por sistemas comerciais. Enfim, fazer mais com menos – essa é a imposição que bate às portas da TI constantemente.
E é melhor se acostumar a isso.
As estruturas de TI das corporações podem variar em seu naipe, mas o que se espera delas é invariavelmente um jeito otimizado de suportar os negócios.
Analytics – puro oportunismo
Pense nas plataformas de analytics e como têm sido alvo de generosos investimentos. Atualmente, o foco das TIs tem estado predominantemente voltado às questões internas – a observar como se desenvolvem as cadeias produtivas e as cargas de trabalho. E isso é essencial. Ainda assim, passada uma década desde a chagada de sistema ERP e MRP, acredito que tenha chegado a hora de libertar o olhar da clausura dos muros da organização.
A verdadeira vantagem competitiva reside, hoje em dia, em compreender o mercado, os clientes e as tendências de consumo. Nesse quesito, as soluções de analytics são absolutamente indispensáveis.
Mesmo com todo o investimento realizado nesse segmento, ele permanece mal interpretado e é justamente nessa área que uma TI capacitada pode intervir de maneira mais do que positiva. Gestão de grandes bases de dados não é mais um desafio para as TIs e é a saída para depurar as informações entregues pelas plataformas de analytics.
Outro segmento que vale muito a pena observar são os dispositivos móveis. Vale ultrapassar a perspectiva focada em controle de dados e avaliar de que forma os aplicativos podem impulsionar os negócios da empresa. O mesmo vale para tecnologias que estão chegando, como é o caso do código HTML5 e tecnologias relacionadas.
Plataformas colaborativas
Tal política, que permite a vários departamentos colabor no desenvolvimento de plataformas e de soluções, tem sido ovacionada e adotada por CIOs de grandes corporações. Exemplo disso é o que ocorre na Disney Interactive, GE Healthcare e DuPont. Os executivos da PriceWaterhouseCoopers, empresa de auditoria de enorme peso, chama esses CIOs de “criadores de valor”, por terem um olhar que ultrapassa questões fundamentais e limitantes, transformando toda a cadeia de colaboradores em uma unidade geradora de inovação. Obviamente, tal colaboração não funciona sem uma TI bem organizada, capaz de executar os frutos do desenvolvimento coletivo. Uma perspectiva que vá além dos firewalls é essencial aos analistas de mercado, aos software, aos sistemas e arquitetos de dados, aos CSOs etc. A lista é interminável.
Inclua os colegas no planejamento
Uma excelente estratégia é envolver os executivos de maior conhecimento em assuntos de tecnologia para acompanharem de longe o andamento dos processos na TI.
Na lista de potenciais candidatos para ajudar no acompanhamento dos processos das TIs, estão gerentes de projeto, gerentes de produtos e arquitetos da informação, ou seja, não está tudo depositado exclusivamente nas mãos dos analistas de negócios. Todavia, cabe esclarecer os limites do projeto e outras condições sine quanon. Gerenciar um projeto no modelo colaborativo traz excelentes resultados quando a equipe está bem informada sobre os limites do projeto.
Atualmente, os desenvolvedores de produtos adotam em ritmo crescente as tecnologias empregadas nas TIs, mas também lançam mão de recursos que a TI despreza. Ocorre que, à medida que essas tecnologias ganham em importância, sua integração com o ambiente da TI fica cada vez maior. São sistemas de CRM, SCM e vários outros. Um bom exemplo desse leque de tecnologias consolidadas em um só lugar são grandes websites corporativos. Nesse ambiente, o envolvimento da TI é mínimo, mesmo porque os servidores são, muitas vezes, externos.
Imagine um automóvel capaz de rastrear a localização do dono e que consiga aprender os hábitos do proprietário com o propósito de ajustar o consumo de combustível a um nível otimizado. Para realizar tal operação, o fabricante do automóvel terá de se conectar a um sistema que colhe as informações do carro e devolver as soluções. O mesmo pode ser dito de um fabricante de refrigerantes, que realiza ações de marketing em redes sociais. Esse fabricante precisa de acesso aos dados do consumidor para mensurar a freqüência de acessos e avaliar as questões de segurança – áreas que são largamente ignoradas pelos desenvolvedores de produtos.
Em circunstâncias dessa natureza, quais seriam as atribuições da TI, além de lidar com as rotinas dos processos? Será que a TI pode participar ativamente no desenvolvimento de produtos, da mesma forma que analistas de negócios auxiliam os trabalhos em outras unidade a fim de aprender e a ajudar nos ajustes de processos realizados pela corporação? Possivelmente, os desenvolvedores de produtos devam assumir as tarefas mais inovadoras da TI, ou seja, desenvolver e posicionar novos produtos, de aplicativos para redes sociais a plataforma para dispositivos móveis, deixando as atribuições de ERP e de backup a cargo da TI.
O novo lema da TI: Pense diferente
O antigo lema da Apple “Pense diferente” é um grande mantra. Ele serve para as equipes de TI lidarem abertamente com o ideário que as novas gerações tecnológicas trazem consigo. Pode parecer radical, mas tudo a que a TI estava acostumada deve ser esquecido, não vale mais.
A necessidade da TI se adaptar aos negócios deixa evidente que ela não faz parte dos negócios da empresa é cruel e vai contra o princípio que sugere a introdução da TI no grupo central e orientado às estratégias de marketing e de desenvolvimento de produtos e de serviços. Por outro lado, a TI raramente encara os negócio da corporação como sendo de sua responsabilidade, o que motiva a segregação do departamento ainda mais.
O estereótipo da TI
É essencial que a TI se livre do estigma alimentado por outros colaboradores da corporação. Vendas e marketing, por exemplo, são departamentos que só têm a ganhar com uma relação mais estreita junto a TI.
O mercado vem dando claros sinais d como deve se desenvolver daqui em diante. Cabe a você, tirar a TI da sala de máquinas e trazer para o centro da corporação. COMPUTERWOLD.
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